O que entregamos num diagnóstico de 30 minutos

A equipa da Abraccio reunida à volta da mesa, a rever uma estratégia de marca.

3 de julho de 2026 · Estúdio

«Diagnóstico gratuito» é, na maior parte das vezes, o nome educado de uma reunião de vendas. Esta página existe para dizer, sem rodeios, o que acontece nos nossos trinta minutos e o que fica escrito no fim.

O que perguntamos

Meia hora só chega se as perguntas forem as certas. São sempre estas cinco:

  • Quem é o cliente que quer. Não o cliente que aparece: o que quer que apareça.
  • O que sustenta o negócio hoje. Que serviço ou produto paga de facto as contas, por oposição ao que gostaria de vender.
  • Como é que as pessoas o encontram agora. Passa-palavra, redes, quem já foi cliente, ou nada em concreto.
  • O que já tentou e não resultou. Poupa-nos a propor exactamente o que já falhou.
  • O que tem de estar resolvido daqui a seis meses. É isto que separa o urgente do desejável.

O que recebe, por escrito

Até dois dias úteis depois, enviamos uma leitura escrita — não uma apresentação, não um orçamento. Tem três partes:

  • O que está a limitar a marca, dito em linguagem simples e com o que observámos a sustentar cada ponto.
  • Os dois ou três primeiros passos, por ordem, com a razão de ser essa a ordem.
  • O que pode fazer sozinho, e que muitas vezes é a parte mais barata e a que produz efeito mais depressa.

O documento é seu. Se não voltar a falar connosco, continua a servir.

Se a leitura não lhe disser nada que já não soubesse, dissemo-lo e não há proposta.

O que isto não é

  • Não é uma auditoria. Trinta minutos não chegam para analisar concorrência, mercado e dados de negócio. Chegam para identificar o que está mais à vista e a custar mais caro.
  • Não é um orçamento. O valor só é proposto depois, se houver trabalho a fazer e se ambos concordarmos qual é.
  • Não é obrigatório contratar nada. Não há compromisso, e não voltamos a insistir se não responder.
  • Não é uma sessão de design. Não saímos da reunião com propostas de logótipo. Desenhar antes de decidir é a razão pela qual tantas identidades acabam por ser refeitas.

Como decorre

Por videochamada ou no estúdio, no Kilamba. Falamos com quem decide — não porque as outras pessoas não contem, mas porque metade das respostas às cinco perguntas só quem decide as tem. Se puder, traga o que já existe: logótipo, material impresso, endereço do site, acessos às redes. Se não existir nada, também serve; é uma resposta.

Marcar

Pela página de contacto ou pelo WhatsApp. Respondemos em um dia útil com duas ou três horas possíveis.